Expresso o inexpressável, por isso é indefinido!


[expresso o inexpressável, por isso é indefinido]
Deixar no subentendido é a melhor forma de se dizer quem somos. O silêncio diz muito.
E se souberes de mim, por favor diga-me, tenho ocupado meu tempo em me libertar e viver.
Me entender/descrever agora, seria me retardar em alguns sentidos!

{Paula Nonato}

domingo, 4 de agosto de 2013

Chama-me TEU...

 Indissociável teu corpo branco por entre os lençóis brancos
Lava-me teu gozo, outrora doçuras palavras Do colorido azul do céu a pureza do meu amar uma fissura no tempo
nada mais, nada além
teu gosto o mesmo, tua pele a mesma
teu sorriso o mesmo, em mim a mudança
amo-te mais e mais, azul dos teus olhos
quero-te mais e mais.
Para que amar? Para que amor?
Se tampouco eu jamais soube amar-te. Paro.
Parada lembro teu sorriso. No dia que espetou teu coração no meu espalhando teu suor em mim. Quase sempre sem querer.
salgado quando carregado de desejo
doce quando carregado de amor
saudades da tua boca agridoce
[percebam: não há linearidade! paixão linear não causa espanto!]
Espanto: Impressão forte causada por coisa que inesperada e repentinamente nos dá grande medo; assombro, pasmo; maravilha, surpresa; consternação.
Venha me buscar. Vamos maravilhar as tardes cinza de SP.
Vamos brilhar outro céu amor!
S i n t o n i a
[quando 1 + 1 é = a 1]
Quando virá?
[Silêncio]
Ponto final para a poesia escrita. Pontos em suspensão para nós dois.
Poesia sempre em via.
A música me atordoa e sem te tocar, nem perceber Despeço[me]. Daqui pra lá não sobra mais nada para ser, se ter ou existir. Mas quem se importa?

[...]


PAULA NONATO E MAURO JÚNIOR [vamos sempre nos poetizar]